OLÁ! AMIGO (A)

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Beijo no coração


Vanildes Ribeiro

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

VIDA DE GADO

Quando lembro dessa frase na música de Zé Ramalho "Vida de gado, povo marcado, povo feliz", lembro que somos nordestino, povo que luta contra as diferenças sociais, mas não perde a vontade de viver. Ando nas ruas observando o comportamento das pessoas, aquelas pessoas que não tem o previlégio de possuir carros, roupas caras

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O FOLIÃO PIPOCA


Chegou carnaval, não tive condição de comprar um abadá, e nem mesmo pagar um camarote, é bem verdade que a prefeitura tem a arquibancada de "graça" no campo grande. Mas não tenho paciência de ficar horas em uma fila quilométrica, tendo até que passar a noite, para adquirir um ingresso. Tenho um dinheirinho guardado, mas esse dinheiro vai ser para minha cervejinha que custa R$ 2,00 o latão. Tenho que pensar no transporte, porque a comida, eu não me preocupo tanto, pois já saio de casa com o estomago forado, como muitos dizem: "já saio comido". Depois de encontrar um lurgazinho no passeio, fico ansioso para começar os desfiles, aí vem o trio, se for o de Ivete, da Timbalada, Chiclete, Eva, Claudia Leite, percebo que valeu apena aquela luta. O trio emana um som que parece que invade nossa alma. Canto, danço, são minutos de uma euforia inexplicável. Entre um trio e outro bebo meu latão, vou no banheiro químico para despejar as cervejas que é diurética, volto logo para meu lugar, se foi ocupado por outro pipoca, não importo, procuro outro lugar. Vejo todos os artistas, que só conhecia pela televisão, alguns são diferentes, mais magros, porém todos bem cuidados e bonitos. O comércio do carnaval é uma loucura, são vendedores ambulantes em todo os lugares, mas todos conseguem se divertir. Os catadores de latas, não deixam nem a lata cair no chão, eles sabem que para conseguir R$ 1,00 tem que ter no seu saco umas 80 latinhas, é um trabalho duro, mas tem muitos que até conseguem dançar quando passa um bloco ou trio.
Claro que a violência existe, onde existem milhões de pessoas, com cultura e valores diversos, sempre tem discordâncias. Percebo que nesse carnaval, o policiamente foi reforçado, toda hora passam patrulha com numerosos policiais, implantaram o spray de pimenta e a pistola paralizante. Os brigões estão mais cautelosos. Procuro não ficar em muvuca, para não correr o risco de sofrer algum tipo de agressão.
Após ter visto e brincado muito é hora de ir para casa, me desloco para o terminal de ônibus, chegando lá fico feliz por não precisar pegar aquelas filas quilometricas do passado, a prefeitura nesse ponto, está de parabéns.
São seis dias que sigo essa rotina e posso liberar o estresse dos dias normais. O carnaval é mágico, onde as pessoas vestem uma fantasia e esquece dos inúmeros problemas do resto do ano.
Talvez no próximo ano não seja um folião pipoca, mas se o capitalismo não permitir serei pipoca com muito prazer.
(Vanildes Ribeiro)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

INTERNET - Será que utilizamos corretamente?

Antes de falarmos na internet propriamente dita, vou me reportar ao passado, falar como foi a chegada do computador em nossa sociedade. Sou da geração que viveu essa mudança. Vamos lá!
Sou da época em que o profissional para ser aceito no mercado de trabalho, teria que fazer um curso de datilográfica, telex e xerox. A máquina de datilográfia, já era um mostro para algumas pessoas. Quem tivesse um bom dôminio com aquela engenhoca, conseguia entrar no mercado de trabalho. Só que a tecnologia, parou de engatinhar, começou a correr, e nessa corrida a sociedade conheceu o computador. Mesmo as máquinas de escrever evoluírem para máquinas eletrônicas, não eram pareas para concorrer com esse máquina que muito achavam fantástica.
Tivemos que nos adaptar com essa invasão. Era os anos 80, o país dito terceiro mundo começou a conhecer termos como sistema operacional, hardware, software, impressora, Hd, monitor, enfim termos novos para uma vida nova.
Aquela máquina, contendo um tela verde, tinha pouca memória, mas suficiente para o começo da informática. O sistema operacional era o MSDOS, tomou conta do mercado de maneira assustadora, todos queriam ter um computador, porém os preços eram exorbitante não chegando ainda as classes menos favorecidas.
O sistema operacional MSDOS não ficou muito tempo. A informática no Brasil chegou, e evoluia como a velocidade da luz, em pouco tempo chegou outro sistema operacional o WINDOWS, pronto, realmente percebemos que estavamos entrando no mundo da informática. Teriamos que esquecer tudo que tinhamos aprendido e nos adaptarmos a uma nova realidade. A tela verde foi substituída por janelas, e os comandos não precisavam serem digitados, e sim clicados com a ajuda de um mouse.
Agora a maior guinada, a verdadeira invenção que modificou o mundo, foi a chegada da INTERNET, com isso os computadores que já estavam evoluindo tão rápido, deixando os consumidores escravos, por que compravam um computador hoje, e amanhã já estava obsoleto.
Tivemos que nos adaptar a esse mundo, e ficar sem um computador era igual a uma geladeira em nossas casas, impressindível. E agora, como ter um computador? se a maioria da população ainda lutava para colocar o arroz e o feijão nas mesas.
Para salvação de muitos, apareceram as lanhouse, que a grosso modo, são casas que alugam computadores para aqueles que não podem comprar um, mas tinha que ter, por que sua vida social exigia.
Hoje já temos computadores mais baratos e a sociedade menos favorecidas podem adquirí-los, com parcelas que cabem em seu orçamento, como dizem a perder de vista.
Parecia o paraíso, só que existem pessoas e pessoas, a internet abriu uma janela para o mundo, aproximou os povos. E ao mesmo tempo trouxe alienação e comodismo. Falo isso, pois a maioria dos internaltas, não querem mais ler e nem escrever. Os trabalhos escolares ficaram fáceis de serem feito, com o ctrl C e ctrl V, ou seja copiar um texto da internet e colar no seu trabalho, sem ao menos ler o que estão colando. Com essa comodidade e comodismo o nível intelectual de muitos alunos foi inversamente proporcional ao avanço tecnológico.
A cartas foram substituídas por e-mail, msn e orkut, só que essa nova forma de comunicação criou um dialeto novo, que muito prejudica a nossa lingua tão rica.
O português é morto a cada teclada dos internalta, palavras são escritas de modo gosseiro, como bjuuus, msm, iae, tb, amu. Um total desrespeito para aqueles que lutaram tanto para formar uma língua tão bela.
Se todos que utilizam a internet tivessem a consciência do instrumento que tem em mãos, a sociedade nem precisava ir as escolas, porque ela contém todas as informações para uma vida acadêmica. Porém a maioria se limita a salas de bate papo, jogos e orkut. Chega ser vergonhoso, adquirir uma máquina tão cara para uma utilização tão pobre.
Espero que com esse texto vocês internaltas comecem a ter consciência do grande e poderoso instrumento que vocês tem em mãos. Explorem o potencial da internet, comecem a perceber através dela você pode: fazer viagens eletrônica, adquirir materiais didáticos, ter acesso a todos os jornais, pagar contas, saber sobre concursos e cursos, inumeras dúvidas em todas as áreas. Percebam que computador é muito mais do que msn, orkut e jogos. E a alienação e o comodismo é sinônimo de burrisse.

(Vanildes Ribeiro)

sábado, 14 de fevereiro de 2009

DITOS POPULARES - A voz do Povo é a voz de Deus






À noite todos os gatos são pardos.
A união faz a força.
Agora, Inês é morta.
Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.
Antes tarde do que nunca.
Aprenda todas as regras e transgrida algumas.
Aproveite a sorte enquanto ela está a seu favor.
Aquele que só pensa em trabalho torna-se maçante.
Aqui se faz, aqui se paga.
As aparências enganam.
Cada cabeça, uma sentença.
Cada coisa a seu tempo.
Cada macaco no seu galho.
Cão que ladra não morde.
Cautela nunca é demais.
De grão em grão, a galinha enche o papo.
De moeda em moeda se faz uma fortuna.
Depois da tormenta, sempre vem a bonança.
Desgraça pouco é bobagem.
Devagar se vai longe.
Dia de muito, véspera de pouco.
Dizei-me com quem andas e eu te direi quem és.
É melhor não cutucar a onça com vara curta.
É melhor prevenir do que remediar.
É na necessidade que se conhece o amigo.
Em boca fechada não entra mosca.
Em casa de ferreiro, espeto de pau.
Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas.
Em terra de cego, quem tem um olho é rei.
Falar é prata, calar é ouro.
Gato escaldado tem medo de água fria.
Mais vale um pássaro na mão do que cem voando.
Melhor um pardal na mão do que um pombo no telhado.
Na cama que farás, nela te deitarás.
Nada como um dia após o outro.
Não adianta chorar sobre o leite derramado.
Não confie na sorte. O triunfo nasce da luta.
Não conte com o ovo na barriga da galinha.
Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca se acabe.
Não há marcas que o tempo não apague.
Nem tudo que reluz é ouro.
Nunca puxe o tapete dos outros, afinal você também pode estar em cima dele.
Os melhores homens são os que as mulheres julgam melhores.
Os últimos serão os primeiros.
Papagaio come milho, periquito leva fama.
Pense duas vezes antes de agir.
Pense rápido, fale devagar.
Pequenos riachos formam grandes rios.
Quem desdenha quer comprar.
Quem espera sempre alcança.
Quem não tem cão caça com gato.
Quem ri por último ri melhor.
Quem semeia ventos, colhe tempestades.
Quem tem boca vai a Roma.
Quem tem pressa come cru.
Quem tem telhado de vidro não atira pedra ao vizinho.
Quem tudo quer, tudo perde.
Santo de casa não faz milagre.
Se cair, do chão não passa.
Um homem prevenido vale por dois.
Uma andorinha só não faz verão.

SER FÃ


É estranho o que sentimos com pessoas que nunca vimos, ou melhor só por meios de comunicação, ser fã é simplesmente gostar. Não tem explicação. Sentimos afinidade por um ser que interpreta uma música, um ser que interpreta um personagem, uma modelo, em fim um ser público.
Muitos fazem qualquer coisa para estar próximo dos seus ídolos, uma prova dessa loucura frenética, aconteceu recentemente, com a cantora, ou melhor a popstar, MADONNA, que veio fazer um show no Brasil, no inicio desse ano. Os fãs enlouqueceram, teve gente que dormiu no estádio, para pegar o melhor lugar, viajou horas e horas de ônibus, um verdadeiro alvoroço.
Fãs que matam, como foi o caso de JOHN LENON, provando que esse fanatismo pode causar um descontrole emocional.
Talvez não faça essas loucuras, esses sacrifíco, mas também sou fã, de um grupo irlandês U2, essa idolatria começou no momento que ouvi algumas músicas do grupo. O gostar veio através da audição. Esse gostar é indescritível, me identifiquei por algo que nem sei ao certo o que significa, digo isso pois não sou ex per da língua inglesa, mas quando escuto o U2 sinto um bem estar uma identificação, surreal.
Essa sintonia é tão grande que só de ouvir o nome da banda já viro o pescoço para saber o que é.
Tento possuir tudo que é relacionado ao grupo, cd's, dvd's, procuro fotos na internet, tento ficar próxima daquilo que me proporciona felicidade.
O interessante que essa euforia não passa com o tempo, pelo contrário se fortalece.
Por isso que no meu íntimo, entendo um pouco que essa legião de frenéticos. Sou um deles só que em proporção menor.
Por isso que digo, basta se tornar público, um ser humano já possue uma legião de fãs. Um exemplo disso é o reality show BBB, anônimos, tornam-se ídolos de uma hora para outra.
Expressar sentimentos, não é algo ruím, mas não ter autocontrole, limites é que se torna danoso.

(Vanildes Ribeiro)

SUPERAÇÃO


Vocês devem estar perguntando, o que essa senhora tem haver com o nosso tema????

Bem! vamos deixar de delongas e começar a nossa história.

Dezembro de 1942, nasce uma menina que foi nomeada como Vanda, era o interior da Bahia, Caboto. Aos quatro anos começou a sua jornada pela vida, saiu desse seu habitat e foi morar na dita "cidade grande", Salvador, ainda pequena nem tinha direito saído das fraldas teve que conviver com essa mudança brusca, o pior foi enganada, disseram que só seriam apenas uns dias. Seu pai funcionário da prefeitura, separado de sua mãe, tinha se casado novamente, e como naquela época quem sustentava os filhos era o pai, levava todos os seus filhos para conviver com a sua última mulher.
Na pré-adolecencia, como fala-se hoje, sua mãe faleceu proveniênte de um problema de estômago, até hoje ela não sabe direito, também, ninguém explicava nada para criança.
Imagine como não ficou a cabecinha dessa menina!
O tempo passou, como dizem a vida continua, e como toda família daquela época, os meninos iam para oficina aprender uma profissão e as meninas aprender a costurar. Isso não foi diferente com Vanda, porém a única diferença é que o pouco dinheiro que recebia sendo auxiliar de costura, tinha que entregar para a madastra para ajudar nas despesas da casa. O que lhe restava era bastante pouco, na verdade só para o transporte; e não sobrava nem um dinheiro a mais para um picolé sequer.
Com muito sacrifício, conseguiu fazer um curso de auxiliar de enfermagem, com essa profissão, vivia no trabalho, e o dinheiro extra conseguia tirando plantão da colegas, mesmo sendo estagiária, já mostrava que era boa naquilo. Ela jurou para si mesma, que não teria uma vida como as amigas do bairro, inclusive sua irmã mais velha. Casavam-se tinham filhos e não eram poucos e depois tinha que lavar roupa de ganho para ajudar o marido.
Vendo o seu esforço e sacrifício, O grande Pai, deu uma ajudinha, colocou-a em uma empresa de grande porte. Ela começou a ganhar melhor, e nem acreditava quando recebia o seu salário.
Porém essa melhora financeira, fez com que ela, fosse mais explorada pela família, além de toda alimentação, pagava toda a conta da casa. Se fosse outra pessoa, teria largado tudo e tinha construido a sua vida bem longe, mas ela não fez isso, pelo contrário, pegou suas econômias e construiu uma casa para sua família.
Vanda já era uma mulher nessa época, jovem, mais mulher. Conheceu seu marido na empresa onde trabalhava, apaixonou-se e casou-se, teve duas filhas, mas como tudo não é perfeito, houve um corte na empresa e ela foi uma que foi demitida.
Como tinha duas filhas pequenas, optou por cuidar da familia, ou seja ser dona de casa. Empregou o seu dinheiro da ressição para ajudar a pagar as prestações e a reforma de sua casa,
Parecia que essa história tinha chegado ao fim, puro engano, era só o começo...
Muitos dizem que casamento fosse bom, não precisava de testemunha. Infelizmente o dela seguiu ao pé da letra esse dito. Depois que seu dinheiro acabou, ficou totalmente dependente do seu marido, para não ficar totalmente a zero, dava injeções e tirava a pressão de algumas pessoas, ali mesmo no bairro.
Porém teve que conviver, com uma doença, triste que destroi não só o enfermo como tudo ao seu redor, o ALCOOLISMO. Essa doença devastadora, destruiu não só o seu casamento como também a sua casa, e quase a sua auto-estima.
Com a perda da casa, foi morar de aluguel em um bairro popular, isso não era um problema tão grave, mas com as bebidas, sua vida familiar virou um inferno, quando pensou em se separar, dar um basta naquilo. Aconteceu o pior.
Seu marido fica gravemente doente, adquiriu uma sirose hepática, além da diabete e pressão alta. Seus sonhos são desmoronado. Não podia abandonar um homem que estava na cama, dependendo dela, tinha que esquecer tudo e focar sua energia, naquele que foi um dia o seu amor.
Foram anos de luta, entre hospitais e o agravamento do seu marido, não tinha forças para nada, ou seja dependia dela para tudo. Até que em 1986, aos 50 anos o sofrimento do seu marido chegou ao fim. A doença venceu mais uma vez seres humanos.
E agora o que fazer? Teve medo, mas não se deixou abater e transparecer, tinha que continuar vivendo, pensava em suas filhas, que apesar de já terem 19 e 20 anos, ainda precisava muito dela.
Muitas mulheres por muito pouco se deixam a depressão abatê-la, mas Vanda não...
Procurou tocar a sua vida de modo honesto, queria ser feliz. Hoje com 65 anos, frequenta um grupo da terceira idade, procura viajar, fazer trabalhos manuais, procura ser feliz.
Essa pessoa é o meu maior exemplo de superação, quando lembro da sua história, vejo que nada é impossível, quando queremos de verdade.
Vanda é minha mãe, minha heroína, espero com o tempo chegar a 1/3 da sua perceverânça e fé em Deus. Admiro o seu auto-controle e a sua capacidade de submergir.

"TE AMO MÃE, de todo meu coração"
(Vanildes Ribeiro)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

EU LI E RECOMENDO





EMAGREÇA COMENDO - Ação sem Medicação
(Dr. Lair Ribeiro)





"Força de vontade para emagrecer é como um balão que se enche até estourar."
"Com esforço não adianta" - mostra-nos este livor, pois " só há um meio eficaz de ser magro: de dentro para fora"

EMAGREÇA COMENDO é uma nova abordagem dos regimes para emagrecer. É uma tecnologia revolucionária que não se choca com os outros regimes e não tem contra-indicação. Apresenta-nos uma visão pluralista dos regimes, mostrando a chave para que se consiga alcançar, sem esforço, o que todos esses regimes almejam: uma redução alimentar, consciente e definitiva.
Se isso era o aspecto mais difícil dos regimes de emagrecimento, agora a Programação Neurolinguiística e outras técnicas apresentadas neste livro, de forma atraente e fascinante, tornam essa meta possível através da reprogramação cerebral.
Este é um livro que pode ser prescrito pelos médicos e pode ser usado por qualquer pessoa. O sucesso na aplicação desses conhecimentos depende essencialmente de cada um, mas todas as dicas estão aqui. É só seguir. "Gostar de si próprio é o primeiro passo para ter uma vida saudável" - diz o Dr. Lair Ribeiro, através dos seus personagens, agente como você. "Tornar a sua vida feliz, próspera e saudável, depende antes de tudo, de você."
Descubra como é simples comer, emagrecer e tirar alegria de cada momento vivido.






ONZE MINUTOS
(Paulo Coelho)




Onze minutos é um livro sobre o amor e a paixão. Jovem Brasileira, à procura de melhor futuro, parte na Suíça. Ali, põe-se mais velho ao ofício do mundo. O livro mostra, que não se deve fazer o amor à maneira física de modo que cada gesto seja, para a pessoa de que gosta-se, algo de importante. O título é um presuposto da duração do ato sexual entre um homem e uma mulher. Mostra outra maneira de ver as coisas completamente comuns da vida humana.








DESENVOLVA SUA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
(Travis Bradberry e Jean Greaves)



Por que algumas pessoas são bem-sucedidas e outras não? Vemos exemplos disso todos os dias: pessoas brilhantes e preparadas vivendo situações difíceis enquanto outras, com menos qualidades ou atributos, prosperam. A explicação pode ser encontrada no conceito de inteligência emocional. Muito se fala sobre o assunto, mas poucos sabem de fato como desenvolver essa habilidade. É comum agirmos movidos pela emoção, sem entender o que nos motivou a tomar determinadas atitudes. Os psicólogos Travis Bradberry e Jean Greaves defendem a tese de que as pessoas confundem inteligência emocional com carisma ou traquejo social e não sabem que é possível aperfeiçoar seu quociente emocional (Q.E.). Em suma, acredita-se que ou bem você tem Q.E. ou não.Esta é a razão pela qual Desenvolva a sua inteligência emocional é tão útil. Ele foi construído a partir dos resultados de uma pesquisa realizada com mais de 500 mil pessoas e oferece valiosas dicas para que possamos compreender as emoções, tanto as nossas como as dos outros.Os autores acreditam que, ao controlar nossos impulsos, diminuímos o estresse e expandimos nossa capacidade de estabelecer relacionamentos e de conquistar objetivos. Este livro vai ajudar você a reagir de forma produtiva aos desafios do dia-a-dia e a interagir positivamente com outras pessoas. Você também aprenderá a:Identificar as quatro aptidões do Q.E. – autoconsciência, autocontrole, consciência social e administração de relacionamentos – e descobrir como usá-las a seu favor. Aplicar seu Q.E. para desenvolver suas habilidades de liderança e fomentar o trabalho de equipe, convertendo-se em um administrador mais eficiente e apreciado. Exercitar seu Q.E. também na vida pessoal, para aprofundar a relação com seu parceiro e seus filhos. Captar a conexão entre seu Q.E. e a sensação de bem-estar, e entender como ele pode melhorar sua saúde e sua felicidade.






O CORPO FALA

(Pierre Weil e Roland Tompakow)





O livro “O Corpo Fala”, de Pierre Weil e Roland Tompakow, procura mostrar a linguagem manifestada pelo corpo, nos diversos tipos de relacionamentos humanos que temos ao longo de nossas vidas.
Os autores usam a esfinge, como referência para “traduzir” a linguagem corporal. Colocam as três partes da esfinge para mostrar como é dividido o homem: o boi, seria a referência para os instintos (ou desejos); o leão, refere-se aos sentimentos e, a águia estaria ligada aos pensamentos (ou consciência). O homem somente conseguirá o equilíbrio, quando dominar os “três animais” dentro de si e nada acontece na vida sem que este equilíbrio se estabeleça. A mesma coisa acontece com os relacionamentos interpessoais: se não existir uma atração de águia para águia, de boi para boi e de leão para leão, o relacionamento poderá ser incompleto. Mesmo no dia-a-dia, podemos ver estes sinais com que as pessoas passam seus sentimentos em relação a nós e aos outros. O corpo diz, em uma linguagem não verbal se está havendo o feedback, ou seja, boa receptividade na forma como estamos tentando nos comunicar. A forma como as pessoas se comportam, como colocam os membros em nossa direção ou em direção oposta pode nos dizer sobre seu interesse em que continuemos nossa comunicação, nossa interlocução ou não. Para nós, jornalistas essa linguagem pode ser muito importante. Afinal, temos que ser observadores diferenciados dos acontecimentos e das pessoas. Temos que estar sempre atentos se nosso interlocutor está mentindo, sendo sincero, desviando o olhar, nervoso, enfim o corpo pode denunciar muitas coisas que podem ser importantes para fazermos bem nosso trabalho. O ponto negativo do livro está em sua linguagem maçante, repetitiva. Embora o ser humano seja muito menos observador do que realmente precisaria ser, esse livro “chove no molhado”. Durante toda a nossa existência, desde tenra idade, aprendemos a decifrar esses códigos do corpo. Nada do que foi discutido é novidade. O nosso dia-a-dia, já nos ensina quando estamos sendo rejeitados ou bem aceitos. Não há como se fazer um manual e entregar tudo pronto, como se não fossemos encontrar pessoas dissimuladas que conseguirão fazer com que a linguagem corporal, apenas nos leve a creditar em coisas que interessem somente a eles. Podemos destacar também, que traz alguns erros, que um livro dedicado a acadêmicos, não poderia cometer. Por exemplo: descodificar aparece em vários trechos, quando o certo seria decodificar, que segundo o Grande Dicionário Larousse Cultural da Língua Portuguesa quer dizer – v. t. 1. Efetuar uma decodificação; decifrar. – 2. Escrever em linguagem clara e comum um texto escrito em código.


Outro ponto que podemos identificar no livro é seu lado “machista”. A mulher aparece na maioria dos desenhos como inferior, subalterna, como “caça”, até mesmo usando uma forma pejorativa de mostrá-la como a sogra, que tenta atrapalhar um relacionamento. O homem, sempre aparece como exemplo de altivez, sempre numa posição bastante superior. Acredito que este tipo de imagem subjetiva pode intensificar o posicionamento machista que impera em nosso mundo e, isso, psicologicamente, não é bom. Por que em nenhum dos desenhos aparece uma mulher, tentando seduzir um homem? Ou, quando a relação é de trabalho, a mulher como chefe, conduzindo a ação? São observações necessárias quando lemos um livro, principalmente quando este tem finalidades didáticas.

Ao terminarmos esta leitura temos a seguinte decodificação:
O lado Boi nos diz para nem mesmo terminar de lê-lo;
O lado Leão o rejeita, mas vê alguns pontos importantes;
O lado Águia, o aceita e desenvolve uma resenha, mesmo que seja crítica.

Quando queremos decodificar o que o “corpo fala” precisamos que nossa linguagem seja direta, sem filtros ou bloqueios, para que mensagem chegue ao receptor de forma clara e objetiva

A FELICIDADE


"TRISTEZA NÃO TEM FIM, FELICIDADE SIM..."

Durante minha trajetória de vida conclui que felicidade é pessoal e intransferível, digo isso porque ela é como uma onda, tem altos e baixos, está sempre se renovando, cada um tem a seu tempo. Com o passar dos anos, somos mais cruéis em se tratando de felicidade. Uma criança é feliz com mais frequência do que os adultos. Não sei se é a vida frenética do capitalismo que veta esses momentos de felicidade. Não temos tempo nem de pensar o que nos dá prazer e o que nos tornam realmente felizes, nessa luta para sobreviver esquecemos de viver, de nos tornarmos seres verdadeiramente humanos. Queremos ter uma casa, um carro, plano de saúde, em fim. Lutamos a vida toda para satisfazer a sociedade. Precisamos ter dinheiro, para ser aceitos. Passamos a maior parte de nossa vida ou até ela toda, correndo atrás de poder. Uma conquista atrás da outra, queremos, queremos e queremos.
Essa loucura frenética do querer, começa bem cedo, as vezes até quando não temos o domínio da fala. Hoje percebo que essa euforia do querer passa rápido, conseguimos uma coisa, procuramos logo outra, parece doença. Será que não é?
E a felicidade verdadeira será que existe, ou é algo momentâneo. Uma liberação química do nosso cérebro, mas o que é gratificante é termos a capacidade de nos sentirmos felizes, em olhar o mar, em vermos pessoas queridas, em conseguimos adquirir algo que desejamos e o que não podemos é perder esse dom de sentimos felizes, mesmos que seja fragmentos de segundos.
Tenho dúvida o que sentimos é euforia ou felicidade. Vivemos décadas, e percebemos que não conseguimos nem entender a nós mesmos. Hoje sei que o nosso cérebro comanda o nosso corpo, ele é responsável por tudo que fazemos e sentimos. A dopamina é liberada por ele quando nos sentimos satisfeito, será que é a tal felicidade?
Mas uma coisa é certa....
Olhar um ser humano feliz é maravilhoso! e fazê-los felizes é certeza de missão cumprida.

(Vanildes Ribeiro)

A VOZ DE CHARLES CHAPLIN

Cada um tem de mim exatamente o que cativou,
e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira,
a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna.
Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão.
Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem
mais se atreve e a vida é muito para ser insignificante.
Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos.
O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar
e correr o risco de viver seus sonhos.”
(Charles Chaplin)

AMIGOS, QUE SEJAM PARA SEMPRE
Deixe que seus amigos
façam parte de sua vida.
Dividindo com eles
todos seus momentos
sejam de tristezas ou alegrias
pois eles são os unicos bens que valor realmente tem
em todas suas passagens
seja na infancia
seja na adolescencia
seja na maioridade
ou na terceira idade
Tudo nessa vida passa
nada de material permanece ou fica.
Tudo muda,
a sempre presente e eterna mudança,
mas os sentimentos ficam
os verdadeiros amigos sempre ficam
e tenho a sensação que tambem permanencem além do além,
pois amizade envolve amor
e Amor é a unica coisa que fica, permanece
do principio ao final de todos os tempos…
(Charles Chaplin)

SER MULHER

Ser mulher, é ser mágica, é dividir o tempo em milhares de pedacinhos, ser filha, amiga, profissional, mãe, esposa, avó e as vezes tudo ao mesmo tempo.
Saber que todo mês apresenta mudanças hormonais, que não podem interferir na sua vida, nem na vidas daqueles que lhe rodeiam.
Perceber os preconceitos de um mundo machista, mas nunca se deixar dominar por eles.
Amar um homem, mesmo sabendo que ele não está a altura do seu amor, vigiar suas inseguranças para não dar força ao rótulo "sexo frágil". Que de frágil não tem nada.
Conseguir ter vários filhos, mesmo conhecendo a dor do parto. Doar sem esperar reconhecimento.
Lutar para conquistar igualdade social, tendo que sempre mostrar superioridade intelectual para competir o aquele colega masculino.
A mulher é numericamente maior nesse planeta, mas são poucas que conseguem se emancipar, pois desde criança sempre ouviu, que homem pode tudo!
Que ironia, são as mães que são responsável pela maioria da formação dos filhos, mas a influência social é tão grande que faz com que elas formem machistas, homens que diferenciam trabalhos masculinos de femininos.
Não é só a raça humana que sofrem com essa discriminação, quem não ouviu muitos "humanos" dizerem: "eu só quero animal de estimação macho".
É bem verdade que ainda temos que queimar muito soutien, e teremos que ser sábias para não confundir emancipação com desvalorização. Não somos melhores do que a raça masculina, não devemos copiar as atitudes sociais deles, devemos é conseguir respeito social como ser humano, sem nenhuma diferença.
(Vanildes Ribeiro)