
É estranho o que sentimos com pessoas que nunca vimos, ou melhor só por meios de comunicação, ser fã é simplesmente gostar. Não tem explicação. Sentimos afinidade por um ser que interpreta uma música, um ser que interpreta um personagem, uma modelo, em fim um ser público.
Muitos fazem qualquer coisa para estar próximo dos seus ídolos, uma prova dessa loucura frenética, aconteceu recentemente, com a cantora, ou melhor a popstar, MADONNA, que veio fazer um show no Brasil, no inicio desse ano. Os fãs enlouqueceram, teve gente que dormiu no estádio, para pegar o melhor lugar, viajou horas e horas de ônibus, um verdadeiro alvoroço.
Fãs que matam, como foi o caso de JOHN LENON, provando que esse fanatismo pode causar um descontrole emocional.
Talvez não faça essas loucuras, esses sacrifíco, mas também sou fã, de um grupo irlandês U2, essa idolatria começou no momento que ouvi algumas músicas do grupo. O gostar veio através da audição. Esse gostar é indescritível, me identifiquei por algo que nem sei ao certo o que significa, digo isso pois não sou ex per da língua inglesa, mas quando escuto o U2 sinto um bem estar uma identificação, surreal.
Essa sintonia é tão grande que só de ouvir o nome da banda já viro o pescoço para saber o que é.
Tento possuir tudo que é relacionado ao grupo, cd's, dvd's, procuro fotos na internet, tento ficar próxima daquilo que me proporciona felicidade.
O interessante que essa euforia não passa com o tempo, pelo contrário se fortalece.
Por isso que no meu íntimo, entendo um pouco que essa legião de frenéticos. Sou um deles só que em proporção menor.
Por isso que digo, basta se tornar público, um ser humano já possue uma legião de fãs. Um exemplo disso é o reality show BBB, anônimos, tornam-se ídolos de uma hora para outra.
Expressar sentimentos, não é algo ruím, mas não ter autocontrole, limites é que se torna danoso.
Muitos fazem qualquer coisa para estar próximo dos seus ídolos, uma prova dessa loucura frenética, aconteceu recentemente, com a cantora, ou melhor a popstar, MADONNA, que veio fazer um show no Brasil, no inicio desse ano. Os fãs enlouqueceram, teve gente que dormiu no estádio, para pegar o melhor lugar, viajou horas e horas de ônibus, um verdadeiro alvoroço.
Fãs que matam, como foi o caso de JOHN LENON, provando que esse fanatismo pode causar um descontrole emocional.
Talvez não faça essas loucuras, esses sacrifíco, mas também sou fã, de um grupo irlandês U2, essa idolatria começou no momento que ouvi algumas músicas do grupo. O gostar veio através da audição. Esse gostar é indescritível, me identifiquei por algo que nem sei ao certo o que significa, digo isso pois não sou ex per da língua inglesa, mas quando escuto o U2 sinto um bem estar uma identificação, surreal.
Essa sintonia é tão grande que só de ouvir o nome da banda já viro o pescoço para saber o que é.
Tento possuir tudo que é relacionado ao grupo, cd's, dvd's, procuro fotos na internet, tento ficar próxima daquilo que me proporciona felicidade.
O interessante que essa euforia não passa com o tempo, pelo contrário se fortalece.
Por isso que no meu íntimo, entendo um pouco que essa legião de frenéticos. Sou um deles só que em proporção menor.
Por isso que digo, basta se tornar público, um ser humano já possue uma legião de fãs. Um exemplo disso é o reality show BBB, anônimos, tornam-se ídolos de uma hora para outra.
Expressar sentimentos, não é algo ruím, mas não ter autocontrole, limites é que se torna danoso.
(Vanildes Ribeiro)

Você está escrevendo melhor do que alguns colegas meus de faculdade. Suas idéias são coerentes e concisas, e tudo se transforma em lindo texto como esse, essa harmonia de palavras, essa sensibilidade. Tenho que lhes dizer, você já uma escritora. Está arrasando!
ResponderExcluirEstou gostando de ver...
Um abraço,